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“JESUS TOMOU-A PELA MÃO E LEVANTOU-A”

09/02/2015

“JESUS TOMOU-A PELA MÃO E LEVANTOU-A”


Novamente, a cura de doentes e a libertação de possuídos são relatadas. Esta vontade divina de querer curar e libertar o homem é uma certeza reconfortante, mesmo para aqueles que, apesar das orações, o sofrimento parece não ter fim.

O evangelista Marcos nos leva a acompanhar Jesus e seus discípulos pelos povoados e lugares, e é interessante observar suas ações e seus gestos: é preciso ir ao encontro das pessoas assim como fez Jesus. Mas quantas vezes, ao lermos este Evangelho, apenas vemos o milagre sobre a febre da sogra de Pedro e nos passa desapercebido o processo de obtenção da graça?

Jesus nos fala do sofrimento e da cura dos doentes e dos possuídos, da oração noturna e solitária. São João Paulo II escreveu: ”O sofrimento parece pertencer à transcendência do homem: é um daqueles pontos em que o homem é, em certo sentido, ‘destinado’ a ir além de si mesmo, e é chamado a isso de maneira misteriosa” (Carta Apostólica Salvifici Doloris, sobre o sentido do sofrimento cristão, n. 2).

De fato, existem momentos em nossa vida em que precisamos de uma mão amiga, que nos segure e nos ajude a levantar. É maravilhoso pensar que Jesus tem o poder de curar todos os males da alma e do corpo e nos colocar imediatamente a serviço, mas é necessário que nossa consciência entre em íntima amizade com o Pai através da oração.

Certa vez, um repórter perguntou a Madre Tereza de Calcutá o que é rezar? Ela lhe disse: “É falar com Deus”. Quando o repórter lhe perguntou: “E o que Ele lhe diz, quando a senhora fala com Ele?”. Ela respondeu:
“Ele não fala, Ele me escuta!”. Procuremos, ensinados por Cristo, a fazer o bem com o sofrimento e, ao mesmo tempo, a fazer o bem a quem sofre.


Diácono Alexandre Magno de Andrade
Paróquia da Catedral de São Dimas

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