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SOLIDARIEDADE E SALVAÇÃO

11/01/2015

SOLIDARIEDADE E SALVAÇÃO

O Senhor Jesus recebe o Espírito de Deus, para ser a luz das nações e o libertador dos oprimidos (1aleitura). Pedro, na segunda leitura, nos dá um recado muito importante: “Deus não faz acepção de pessoas”. Ele não julga as pessoas pelas aparências ou pelas classificações as quais estamos acostumados: raça, cor, religião, gênero, classe social. O critério de Deus é outro. Ele acolhe quem quer que o tema e pratique a justiça. Quando Jesus é batizado por João, Deus o proclama “seu Filho”, e o Espírito de Deus torna-se visível sobre Ele, em forma de pomba. No Espírito de Deus, Jesus assume sua atividade como enviado de Deus. Jesus é, portanto, o Servo do Senhor por excelência, o Filho de Deus. Jesus é o realizador do desígnio (projeto) de Deus. Jesus quer ser solidário com o povo que Ele vem libertar; embora Ele mesmo não tenha pecado, pede a João para ser batizado em meio aos pecadores. Assim, Ele quer “cumprir toda a justiça”, isto é, o plano de salvação de Deus. Jesus não se comporta como um privilegiado. O batismo de Jesus é esvaziamento e, ao mesmo tempo, manifestação do Espírito. Também o nosso batismo deve ser isso: somos batizados para comunicar o Espírito que nos anima, devemos mergulhar no mundo em que vivem os nossos irmãos. Nosso batismo não significa meramente perdão dos pecados, como o do João (nem apenas uma bênção de saúde ou coisa semelhante). É participação no batismo de Cristo e na sua missão como Servo de Deus, no Espírito. Ser batizado é tornar-se, assim como Cristo, Servo do Senhor, nos colocando a serviço de nossos irmãos.

Amilton Gonçalves Cruz - Instituto Franz de Castro Holzwarth

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