Avisos Paroquiais
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BLÁ, BLÁ, BLÁ ...

24/06/2011

Os cidadãos  brasileiro  é muito contraditório. Falam, criticam, reclamam, cobram, mas não auxiliam em nada na construção de uma sociedade melhor. Não movem uma palha sequer e aplaudem e admiram quem o faz, mas continuam em seu comodismo mais que móbido, a não ser para reclamar.

Reclamam que os preços estão caros;

Reclamam dos orgãos públicos pela falta de melhorias na saúde, educação, transporte, etc;

Reclamam que a cidade está imunda devido a tanta coisa que se é encontrado jogado no chão;

Condenam os atos de vandalismos contra o patrimônio da cidade;

Porém...

Mesmo com tudo caro e  sem dinheiro, continua-se fazendo dividas a perder de vista;

Na saúde, educação, transporte, etc, por mais que o governo faça melhorias para atender melhor o cidadão, sempre estará faltando algo mais a se fazer;

As sujeiras encontrada nas calçadas da cidade são em sua maioria os panfletos distribuidos nas ruas, chicletes mascado, pontas de cigarro, excrementos de animais domésticos, etc, que são jogados pelo próprio munícipe. Detalhe: há milhares  de lixeiras distribuidas nas ruas da cidade;

Muitos transportes coletivos, muros pixados, escolas depradadas são atos de vandalismo praticados por munícipes rebeldes e sem orientação ética, ou como manifesto por consequência de uma situação de revolta específica.

Muitas pessoas são verdadeiros reclamões eternos, ou seja, nada está bom e nem nunca estará. Sem falar naqueles que mesmo diante das melhorias fazem questão de manifestar a sua insatisfação (não mais existentes) por pura pirraça, acreditando que assim ocorrerá mais mudanças.

Para administrar é necessário ter a consciência de que é impossivél fazer tudo ao mesmo tempo, sem falar que a verba tem que ser distribuida de modo que o essencial seja suprido.

Aquele cidadão que se propõem a fazer algo certamente o faz por que tem boa vontade, e deseja mais do que ninguém a contribuir a colocar “ordem” no caos, mas infelizmente a torcida do contra é bem maior.

E tal cidadão do bem passa ser rotulado de louco; mártir, herói nacional, quando na verdade quer apenas dar voz ao seu pensamento utilizando da ética e dos valores morais, algo tão ausente nos dias de hoje.

Já houve sim episódios em que ocorreu mobilização nacional (diretas já!; impeacheman do então presidente Collor, etc.), mas no cotidiano..ficamos a desejar. Somos um pouco “eugoistas”, ou seja, desde que não me afete...tudo bem!

E aquele tal negócio: “criticar é facil mas na hora de ajudar...fogem”, e quando tudo dá certo...”não fez mais do que a obrigação!”
E assim de forma eterna, continua-se o blá blá blá...

Rejane de Fátima Travaioli
Psicóloga clínica

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